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Nanofertilizante de açaí pode baratear a silagem no cocho

Pesquisas com nanofertilizantes obtidos do caroço de açaí surgem como alternativa promissora para baratear o plantio de milho e sorgo, culturas que formam a base da silagem no semiárido. Reduzir o custo com adubação alivia a conta da arroba e do litro de leite durante o período seco.

Por Equipe VERMEFÓSRedação técnicaTexto técnico da casa, escrito a partir das fontes públicas citadas ao pé de cada número.

· 1 min de leitura · De onde vêm os números: Embrapa · Universidades Federais

Lake in Brazlian semiarid, with Caatinga as the main biome. Pernambuco, Moreilândia.

Foto: Jonas AGX, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons

O peso do adubo na lavoura forrageira

Milho e sorgo são a espinha dorsal da silagem que mantém o gado produzindo nos meses sem chuva. O adubo químico tradicional sempre pesou muito nessa conta, elevando o custo final de cada tonelada de massa verde picada e estocada.

Quando o insumo agrícola sobe, a margem de lucro da carne e do leite encolhe antes mesmo da forragem chegar ao cocho. Encontrar fontes mais eficientes e acessíveis de nutrientes para a lavoura é urgente para a pecuária nordestina.

Tecnologia a partir de subprodutos

O aproveitamento do caroço de açaí para o desenvolvimento de nanofertilizantes foca em aumentar o aproveitamento dos nutrientes pela planta. Essa tecnologia busca reduzir perdas comuns por lixiviação e volatilização que ocorrem com adubos convencionais no solo.

Se o manejo se consolidar no campo, o pecuarista poderá produzir a mesma quantidade de forragem usando menos insumo por hectare. Isso significa alimento de qualidade no silo com menor custo por quilo de matéria seca produzida.

Planejamento forrageiro e suplementação

A silagem barata e volumosa garante a base de fibra e energia para bovinos, caprinos e ovinos. Para fechar o desempenho do lote na seca, esse volumoso precisa trabalhar alinhado a uma boa suplementação mineral, área em que a VERMEFÓS atua junto ao produtor.

Qualquer alteração na adubação da lavoura ou na formulação da dieta do rebanho deve ter a orientação do agrônomo, zootecnista ou veterinário responsável pela propriedade.

De onde vêm os números

  1. 1Embrapa. Pesquisas sobre o desenvolvimento de fertilizantes de alta eficiência e nanotecnologia aplicada à agropecuária.
  2. 2Universidades Federais. Estudos com reaproveitamento de resíduos agroindustriais para produção de insumos agrícolas sustentáveis.

Conteúdo informativo. Não substitui a orientação de um responsável técnico para o seu rebanho.

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