Pasto e Seca
Riscos de seca e de chuva extrema: o que o Cemaden monitora e como usar
Em julho foram 157 alertas entre geológicos e hidrológicos e 77 ocorrências registradas. O monitoramento é público e serve ao campo.
Foto: Trigueiro Martins, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
Os números de julho
O Cemaden, o centro federal que monitora desastres naturais, fechou julho de 2026 com 157 alertas emitidos, sendo 81 geológicos e 76 hidrológicos, e 77 ocorrências registradas no período.
O número diz duas coisas. A primeira: risco de desastre no Brasil não é evento raro, é rotina de todo mês. A segunda: existe um sistema público acompanhando isso em tempo real, de graça, e ele cabe na rotina de quem produz.
Seca também se monitora
O Cemaden não vigia só enxurrada e deslizamento. Mantém produtos voltados à seca, como o acompanhamento hidrológico das regiões críticas e o RiSAF, boletim mensal de risco de seca na agricultura familiar.
Junto do Monitor de Secas, essas ferramentas transformam a pergunta "será que vai apertar?" em mapa com data. Para quem cria a pasto no semiárido, é a diferença entre reagir e antecipar.
Como levar isso para a fazenda
A rotina é simples: uma consulta por semana ao painel do Cemaden e ao Monitor de Secas, olhando a sua região. Três decisões dependem diretamente disso: quanto rebanho o pasto aguenta até a próxima chuva, quando reforçar a água e quando programar a suplementação antes de o preço do insumo subir junto com a demanda.
De onde vêm os números
- 1Cemaden. Painel institucional de alertas e ocorrências, números de julho de 2026. Consultado em 17/08/2026. https://www.gov.br/cemaden/
Para ir além
Conteúdo informativo. Não substitui a orientação de um responsável técnico para o seu rebanho.
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