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SIAVS 2026: 155 milhões em negócios e novas chances para o pecuarista

A SIAVS 2026 já gerou US$ 27,2 mi em negócios confirmados e projeta mais US$ 128,2 mi nos próximos 12 meses, o que abre portas para exportação, parcerias e preços de carne mais vantajosos para o criador.

Por Francisco Marcos Gomes FeitosaMagnata do SalFundador da VERMEFÓS. Mais de 30 anos em nutrição animal, do balcão da agropecuária ao cocho.

· 1 min de leitura · De onde vêm os números: Embrapa · MAPA

traditional house with stable in the sertaoe of Rio Grande Do Norte, Brazil

Foto: Everythere, Public domain, via Wikimedia Commons

Negócios já firmados

Na primeira semana de feira, compradores internacionais fecharam contratos que somam US$ 27,2 mi. As negociações envolveram carne bovina, suína e produtos de origem caprina, com pagamento à vista ou em carta de crédito. O volume já garante fluxo de caixa imediato e traz tecnologia de processamento, facilitando a entrega ao comprador.

Perspectiva para o próximo ano

Os organizadores estimam que nos próximos doze meses a feira vai movimentar mais US$ 128,2 mi em acordos ainda em negociação. Essa projeção indica que novos mercados na Ásia e na Europa estão se abrindo, especialmente para carne de corte de alta qualidade. Para o pecuarista, isso significa poder buscar preços melhores, reduzir a dependência do mercado interno e ainda adotar práticas de manejo que elevam a qualidade da carne.

O que isso significa para o criador

Com contratos mais vantajosos, o custo‑benefício do rebanho melhora, permitindo investir em manejo, genética e saúde animal. A diversificação de destinos reduz risco de variações bruscas de preço no mercado interno. Contudo, a decisão de fechar exportação depende da avaliação do responsável técnico, que deve checar requisitos sanitários e de qualidade, e a rentabilidade extra pode ser reinvestida em pastagens, melhorando a sustentação do rebanho a longo prazo.

Cuidados ao fechar negócios

Antes de assinar, verifique se a documentação de origem e os certificados sanitários estão em dia. O veterinário ou zootecnista deve validar que o rebanho atende às exigências do país comprador. Mantenha registros detalhados de cada lote, pois auditorias costumam ser exigidas nos processos de exportação.

De onde vêm os números

  1. 1Embrapa. Dados de movimentação de negócios em feiras agropecuárias e impactos econômicos para o setor pecuário
  2. 2MAPA. Diretrizes sanitárias e requisitos de exportação de carne bovina, ovina e caprina

Conteúdo informativo. Não substitui a orientação de um responsável técnico para o seu rebanho.

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